Boatos, Distorções e Mentiras

Publiquei no Digestivo Cultural o artigo Jesus não vota, texto produzido no calor das eleições de 2010, contra certo tipo de proselitismo político degradante para o espaço público. Eu escrevi:

Desde o início da eleição um extenso grupo de eleitores se convenceu de que era persuasivo encher o maior número possível de caixas de e-mails com boatos, distorções e mentiras. Resta disso a impressão de uma direita brasileira degradada, nada mais do que virulenta e, dessa forma, imprestável como sustentação para o Brasil. Não acredito de forma alguma que esse diagnóstico se aplique ao candidato tucano, José Serra. Da mesma forma, não escrevo este texto para defender Dilma Rousseff ― alvo dos embustes citados ― de denúncias verdadeiras que eventualmente ocorram. Meu propósito é demonstrar que o tipo de democracia que essa postura da direita extremista fomenta é por demais perniciosa.

Nos comentários, houve discussão.
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