Elizabeth Bishop e o Brasil

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Publiquei no Digestivo Cultural a crítica O que este país tão longe ao sul tem a oferecer, sobre a peça Um Porto para Elizabeth Bishop, com direção de José Possi Neto e atuação de Regina Braga. Eu escrevi:

Regina interpreta uma Bishop frágil, desejosa de atenção, que vê o mundo com ironia ou fascínio, recortada por momentos de autoconfiança e lucidez. Não sei o quanto isso se aproxima da poeta ou o quanto se harmoniza com sua obra, mas essa é a impressão que se pode ter: menos de alguém a um tempo forte e débil e mais de alguém que sabe ou pressente que a força comporta fraqueza e vice-versa. De algum modo, as coisas se desfazem e o que sobra é o indivíduo, menos e mais do que era. É essa a mulher que se encanta pelo Brasil.

Texto em duas partes, na segunda ele se foca na conjuntura brasileira atual, mais precisamente na pergunta: por que nossa percepção do País é subalterna independente dos desenvolvimentos recentes e da visão internacional? As referências usadas são exemplos entre outros; essa mesma ideia poderia ser ilustradas de vários modos. Traga aos comentários suas divergências.
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